Máquinas e fotografias analógicas

Há uns tempos (mais ou menos 2 anos) comecei a sentir-me atraída pelo analógico, aquilo que há pouco mais de uma década era o normal. Comprar rolos fotográficos, tirar fotografias a coisas interessantes e especiais, mandar revelar e sentir o gosto do papel de fotografia impresso com os nossos clicks de vários dias diferentes. Todas as fotografias tiradas desta forma têm um interesse diferente, são originais, são únicas, são valiosas. Parece que as memórias ficam mais bem guardadas quando o disparo capta um momento que não conseguimos ir ver logo no lcd da câmara compacta.

Sabia da existência duma câmara com objectiva que os meus pais compraram em 1986 (salvo erro) e tantas fotografias fantásticas tiraram com ela. Uma Petri GX-1 Super. É uma maravilha.

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Apesar de ter uma objectiva manual e eu ser tão míope que as fotografias maior parte das vezes saem desfocadas, gosto sempre do resultado final.

No início deste ano, comprei dois rolos e gastei o primeiro tirando fotos em algumas viagens que fiz – Armação de Pêra, Silves, Málaga, Londres e Gaia.

O 2º rolo está 80% utilizado em fotos que tirei no dia dos meus anos no parque da cidade… mas ainda falta gastar o resto! Depois irei colocar aqui o resultado também!

O que acham desta forma de fotografar? Algum detalhe em particular que apreciem mais? Eram capazes de voltar ao antigamente e fotografar sempre desta maneira? Eu cá acho que faz sempre falta ter uma máquina digital… é bom ter recordações de tudo (e não ter preocupação se o rolo se estragou!)

Ora vejam algumas das fotografias dos lugares mencionados em cima:

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Este Natal recebi o melhor presente que me poderiam dar – um bilhete para o concerto do meu artista preferido, o Charlie Simpson. Dia 10 de Fevereiro na famosa e mágica cidade de Londres! O desafio estáva lançado – começar a ver viagens, hostel para ficar, etc. O entusiasmo começou e marquei a viagem: 3 dias na capital de Inglaterra.

Como já tinha ido a Londres anteriormente, decidi que desta vez iria tentar algo novo – uma viagem com um orçamento apertado. Londres não é uma cidade conhecida por ser barata e isso detém muita gente de a visitar, o que é uma pena.

Vôo

O vôo de avião, marquei com um mês de antecedência pela Ryanair. Custou 45€ do Porto a Londres Stansted – saí às 18h30 e cheguei às 20h30. A volta foi de manhã às 9h30 com chegada ao meio-dia. Como este aeroporto é longe do centro da cidade convém ver uma forma económica de chegar até lá. Antigamente eu aconselharia a National Express que faria essa conexão por 10£. No entanto, os preços subiram e agora existe uma concorrente, a TerraVision que ao comprar o bilhete de ida e volta poupa-se 2£ pagando-se assim 16£ (cada bilhete custa 9£ se comprado individualmente). A conexão que é feita é de Londres Stansted airport até Victoria station (a estação é completamente no centro de Londres e tem todos os transportes disponíveis – metro, comboio, autocarro), será realmente a melhor opção para depois partirem para o destino desejado (o vosso alojamento);

Alojamento

Em relação ao alojamento tive bastante sorte. Como fiz ERASMUS em Inglaterra há uns anos e tenho alguns amigos a viver em Londres, fiquei em casa dum deles em Camden. Camden seria o último sítio que eu iria escolher para passar as minhas noites mas fiquei surpreendida pela positiva! Realmente quando se visita este lugar pela primeira vez, a sensação que temos é que estamos numa parte clandestina e estranha da cidade. Não poderia estar mais enganada… além de ser um sítio onde se pode comer por menos de 5£ (Hooray!) é também fantástico para tirar fotografias a coisas diferentes e interessantes!

Se realmente não têm ninguém que vos possa ceder um espacinho para dormir, aconselho vivamente a verem os sites de hostels com bastante antecedência e compararem sempre entre entre eles todas as opções que surgem. Há uns que apresentam um preço e noutro site pode estar mais barato (ou mais caro, claro). Procurem no Hostelworld.com, booking.com, etc. Se procuram um hostel giro, com preços acessíveis,boas recomendações e ainda uma boa localização, vejam este: Clink Hostels.

Alimentação

Comer em Londres pode ser um bicho de sete cabeças… ai pode, mesmo. No centro então, não há nada perto das atracções que seja barato. Num dia, se se comer sempre em restaurantes, acabamos por gastar mais do que devemos mas há sempre alternativa! Inglaterra tem uma fantástica opção nos supermercados – Sainbury’s, Tesco, etc que é o Meal Deal. Por 3£ leva-se uma sandes (bem preparada e com bons ingredientes. E há muitas opções por onde escolher), um pacote de batatas fritas ou um chocolate e ainda um sumo. Nada melhor do que isto para se ficar de estômago cheio sem gastar um balúrdio! Fica a dica: antes de saírem de casa/hostel, tracem no vosso mapa alguns supermercados perto do que vão ver/onde irão estar nesse dia para que quando a fome apertar, se saibam onde dirigir!

Em relação a pequeno-almoço, meio da manhã etc, eu comprei uns cereais e leite e uma caixa de bolachas daquelas que trazem vários pacotes. De manhã comia uma grande tigela de cereais para ficar com energia e a meio da manhã, levava sempre comigo um desses pacotes para comer.

Desta forma poupam algumas libras para utilizar num Néro Caffè, Costa ou Starbucks (estes os mais conhecidos e em mais quantidade na cidade) e ainda para provarem a iguaria Fish & Chips e claro, irem a um Pub beber uma Pint de Cerveja – quase obrigatório para se sentirem ingleses!

Desta vez optei por ir a um café menos conhecido e acabei por encontrar o Atmosphere numa rua perpendicular à Oxford Street: St Christopher’s Place W1, 23 Barrett Street.  Bebemos um Chai Lattè grande por 2,60£, que além de divinal, era bastante barato comparativamente aos preços dos outros demais.

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Transportes

Em Londres posso afirmar que o mais caro será mesmo o transporte. Uma viagem de metro com quatro paragens chega a custar 2,30£… cerca de 3,10€ imaginem! É algo que irão querer evitar. Eu escolhi comprar um Oyster Card por 5£ (que depois se pode devolver quando já não se precisar dele) e carregá-lo consoante as viagens que fazia. De autocarro as viagens custam 1,50£ que é bem mais em conta do que o metro. Mas tentem organizar bem os dias para que só precisem de ir de autocarro para o primeiro local de visita e depois à vinda para o hostel. Londres permite visitar muitas coisas e fazê-lo a pé. Tudo realmente depende da organização que se faz para cada dia e de um bom calçado ou acabam com os pés num oito (como eu…)!

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Museus. Taaaantos e tão bons, de graça! Visitei todos os escolhidos para filmar o filme À Noite no Museu e não poderia estar mais feliz! Acreditam que nunca tinha visitado estes sítios? Uma-vergonha-eu-sei.Têm o Natural History Museum com dinossauros, fósseis, sismos, lava, vulcões,e tudo o que possam imaginar dos tempos primórdios e além de já ser interessante por tudo isto, o edifício por dentro e por fora é ma-ra-vi-lho-so. É lindo, perfeito. A não perder, de todo!

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Ao lado encontram o Science Museum… é bastante interessante também. Explora o espaço, a ida à lua, tem as naves espaciais, os mísseis, carros, tecnologia antiga e moderna, etc. No rés-do-chão encontram o que vale a pena, os outros pisos são mais para crianças (podem sempre ir ver, mas não irá ter aquele impacto, a não ser que levem crianças convosco).

A National Gallery – Leonardo da Vinci, alguém? Para os apreciadores de bons quadros de todos os estilos – um sítio formidavel perto de Trafalgar Square. Realmente em Londres a cultura não esgota!

Além de museus e sítios fechados aconselho vivamente o Hyde Park também. Vale a pena passear por lá e ver os esquilos a correr com as suas caudas fofinhas e esvoaçantes! Levem algum fruto seco para lhes dar! Ainda no Hyde Park encontram o Speakers Corner onde podem ver pessoas que lá vão a discursar sobre várias temáticas! Ali já falaram celebridades como o Karl Marx e o Lenine. Alguém conhecia este sítio?

Numa visita a Londres não podem perder, claro: Picadilly Circus, Oxford Street (para quem estiver interessado em fazer compras de roupa – lojas como Victoria’s Secret, Forever 21 são duas das que não existem em Portugal e que se encontram nesta rua), Soho, China Town. Todos estes estão perto uns dos outros. Aqui também se encontra a famosa loja “M&M’s World” 🙂

E ainda: Big Ben, London Eye, Tower Bridge, Westminster Abbey, Buckingham Palace… a lista é interminável! Londres tem tanto para ver! E quase tudo sem gastar um tostão (a não ser que queiram ir ao Madam Tusseauds e a musicais, que também valem a pena, obviamente!)

Aqui ficam algumas fotografias tiradas em Camden Town:

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O meu post sobre Londres não poderia terminar sem publicar uma fotografia do grande concerto do Charlie! O momento alto da viagem – foi incrível!!

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Fotografias tiradas com: Nokia Lumia 735 & Canon 1200D.

Pagz.

Spirito Cupcakes & Coffee

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A Spirito nasceu em Braga em 2011 e já conta com duas mais duas lojas: em Guimarães e no Porto. Das vezes que fui à cidade nunca tive a oportunidade de visitar este fantástico lugar mas depois abriu a da Invicta e foi amor à primeira vista (literalmente!). O espaço está lindamente decorado… assim do género do Starbucks,  resguardado, com um ar muito calmo e aconchegante, e muito espaço para sentar com sofás. Já para não falar do produto: os cupcakes são deliciosos e existem muitos sabores diferentes. Não pude ficar indiferente a um de Nutella e banana que foi o primeiro que provei. Adorei e fez-me voltar. Quanto aos gelados artesanais, por enquanto ainda não provei nenhum. Das vezes que lá fui não estáva propriamente calor e não me fez ter vontade de comer algo frio mas posso dizer que das pessoas que conheço e que já foram visitar o estabelecimento, adoram os sabores distintos. A fama é tal que já há marcas a pedirem à Spirito para fabricarem gelados com o sabor dos seus produtos! O máximo.

Claro que além de Cupcakes e gelados há ainda bebidas como chocolate quente, capuccino, chá gelado… Tudo para nos fazer ter mais vontade de lá voltar!

O ponto forte da Spirito? Todos os bolos são feitos no dia. A prova que tenho é que quando lá fui no Halloween quando eu e os meus amigos estávamos a sair, um dos colaboradores estáva a oferecer os cupcakes que sobraram para poder fechar a loja sem nenhum por comer! (Fica a dica para os mais espertos!)

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Morada no Porto: Rua Mouzinho da Silveira, n° 324,
4050-417 Porto

Fotos by Catarina Bernardo

Michael Moebius

Às vezes a Internet consegue por-nos um sorriso na cara. Há cerca de dois dias, sem querer encontrei uma fotografia dum apartamento. Como ando numa de começar a decorar o meu à minha maneira, tenho visto formas de embelezar paredes, pormenores para dar um ar mais cosy à casa, entre outras coisas. Na verdade, não estáva à espera de ficar com uma vontade enorme de entrar já com martelo e prego na mão, mas depois de conhecer estas duas ilustrações de Michael Moebius a coisa não anda muito longe disso! Não acham o máximo ver a Marilyn Monroe e a Audrey Hepburn com uma chiclet? Está tão fora do vulgar – adoro.

Só me falta mesmo encontrar um sítio onde imprimam estes designs com qualidade! Depois combiná-los com outras imagens para ilustrar uma parede! A minha ideia é esta:

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O que acham?

Quero muito! #1

No ano passado fui a Amesterdão na altura do ano novo. Já lá tinha ido anteriormente com uma amiga e como achei uma cidade espectacular, decidi voltar. Se há coisa que costumo reparar são em coincidências e neste caso não faltou. A primeira vez que lá pus os pés, esqueci-me de levar um pente e como lavo o cabelo todos os dias, tive que me pentear com os dedos. Não é algo que ajude muito a quem tiver o cabelo comprido como eu tinha.  No ano passado, voltei a não levar um pente comigo. Mas engane-se quem acha que sou esquecida, não sou! O essencial de viagem anda sempre comigo por isso é que achei estranho na mesma cidade acontecer a mesma coisa. Pois bem, não iria deixar que a falta dum pente arruinasse as minhas maravilhosas fotografias e por isso descobri uma loja fantástica onde vendem gorros, a Barts conhecem? Tem gorros lindíssimos, fofinhos e coloridos como eu não tinha visto antes. Custam para cima de 25€ mas além de espectaculares, são super confortáveis e têm uma parte interna que parece que temos a cabeça enfiada em nuvens.

Eis aqui o meu:

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Agora, dada a altura em que estamos, lembrei-me de ir ao site da marca e fiquei apaixonada por este cachecol:

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Pode ser que o namorado ande aqui a coscuvilhar…

Cenas que me enervam #1

Acredito que este vá ser o primeiro post de muitos inseridos neste tópico. Para o inaugurar começo com – vizinhos barulhentos.

Durante 21 anos vivi numa área de praia completamente calma onde de dia se ouvem passarinhos, à noite ouvem-se grilos. Se havia barulho era porque havia alguma festa nessa altura do ano ou algum vizinho estáva a dar uma. Ponto final. E acontecia uma ou duas vezes por ano.

Desde que comecei nesta aventura de sair de casa dos pais parece que está tudo contra a minha sanidade mental (que já não era assim tanta, diga-se). Primeiro fui viver para Alfama (má escolha, eu sei!) para uma casa-cave onde o espaço que sepárava a minha cabeça do tecto era menos de um metro. Para animar ainda mais a coisa, o vizinho de cima além de estar em casa todo o dia, sair à noite e vir só à 1h da manhã, levava uma “senhora” para dar asos à sua “macheza”. Qual coelho qual quê, aquilo era de manhã, era à tarde e era à hora que ele chegava do trabalho. Era todo o dia, era a toda a hora. Adormecia-se com gemidos, o mais provável era acordar com gemidos. E parecia que estáva ao nosso lado. Um horror.

Chamei a polícia depois de tentativas frustradas de o fazer entender que se ouvia tudo cá em baixo. Após alguns meses e já depois de ter saído de Alfama, vim viver para o Norte.

Pois bem, os vizinhos de cima já não primavam pelo silêncio, ouvindo-se discussões muito acesas a partir da meia-noite. Mas ontem, ontem foi o descalabre total. Fui dormir por volta da meia-noite e acordo às 4h da manhã com música nas alturas e com pessoas a falar (acho que é sempre o mesmo a falar sozinho mas não tenho como comprovar). Deste senhor tenho receio. Nunca o vi, não sei quem é. Mas após ouvi-lo discutir com “alguém”, parece-me ser uma pessoa agressiva então utilizei todos os meios ao meu dispor – vassouras no tecto, por exemplo. Sem efeito. Não ouvia. Decidi bater a porta com toda a força. Gritou comigo em tom ameaçador. Disse-lhe que iria chamar a polícia. Ele não acreditou. Chamei.

A polícia veio, mandou-o desligar o som (eram 5h da manhã a esta altura) e ele lá acarretou as ordens depois de resmungar.

Será que estou destinada a ter vizinhos que não sabem respeitar o próximo? E outros que não dizem nada – sim, porque somos 6 neste prédio. Uma maravilha.


Lagos, cidade Algarvia para visitar e voltar!

Passei uma semana em Lagos, de dia 1 a dia 6 de Junho e não podia ter ficado mais satisfeita com a minha primeira viagem ao Algarve. A cidade de Lagos é maravilhosa, portuguesa ao extremo (com muitos turistas, é verdade) e muito divertida.

O centro é repleto de restaurantes e cafés para que uma pessoa possa escolher a melhor opção de acordo com a sua preferência – eu encontrei várias opções vegetarianas! Mas confesso que o cheirinho a peixe grelhado, estando perto do Mar faz com que qualquer um queira comer um prato desses!

À noite os bares enchem-se de gente e há muitos com turistas a trabalhar lá, principalmente pessoas do Reino Unido. É engraçado ir na rua e ser abordado por uma pessoa com um sotaque britânico super notório e a tentar ganhar clientes para o seu estabelecimento. Encontrei alguns que na vez de voltarem para casa decidiram ficar em Lagos e quando o dinheiro começou a escassear começaram a trabalhar para poder ficar mais tempo.

A melhor parte desta viagem foi sem dúvida as paisagens lindíssimas da costa marítima. Não pude deixar de fazer uma viagem de Kayak com a Kayak Tours que se localiza na praia da Batata. Valeu bem a pena, custa 25€ mas visita-se, atravessando o mar, as praias mais escondidas e as grutas mais pequenas onde os barcos não entram. É algo a fazer se forem a esta parte do Algarve.

Onde ficar? Aconselho vivamente a Pousada da Juventude. Fica no centro da cidade, perto de supermercados (pode-se cozinhar lá) e ainda oferecem um rico pequeno-almoço! A pousada é antiga mas super bonita e divertida. Os seus colaboradores são simpatiquíssimos e tentam sempre criar um ambiente constante à tardinha com todos os que lá estão a passar os dias. Conheci imensa gente assim. Desde alemães, franceses, italianos e ainda uma rapariga portuguesa que andáva a fazer um intra-rail. Outra coisa que quero fazer! Para saberem mais sobre a pousada de Lagos visitem o site: http://microsites.juventude.gov.pt/Portal/pt/PLagos.htm

Em Lagos as pessoas são simpáticas e muito brincalhonas! Cuidado com pedidos de direcção para as praias porque podem ser enganados por gente que se quer divertir à custa dos turistas perdidos! A nós aconteceu isso, mas também fomos logo perguntar a dois miúdos! 🙂

Então é assim, para uma boa estadia na cidade, recomendo irem para a Pousada da Juventude (se tiverem cartão jovem ainda beneficiam de 10% de desconto!) e não se esqueçam de marcar com antecedência pois esta pousada está sempre cheia (sem brincadeira!!), façam uma viagem de Kayak, aproveitem bem as praias – a do Camilo para mim é a mais bonita mas sugiro uma visita a todas, e se quiserem tenham umas aulas de Surf. Os turistas que conheci, disseram que valia muito a pena! Fiquei desapontada por não ter ido nessa mas não percam vocês a oportunidade! Em relação a comer… qualquer sítio é bom, acreditem. Lagos tem uma oferta fantástica de restaurantes! Vão atrás do cheirinho e vejam onde o vosso apetite vos leva! Nós até num restaurante indiano parámos! (Outro fantástico!).

Ficam agora algumas fotografias:

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